Jorge Lopes Chinalia "Em muito pouco tempo uma nova consciência dominará a humanidade, que perceberá que Cristo não é uma religião, e que ser ateu não é não acreditar em Deus, é não acreditar em si próprio. Verá, que a grande divergência entre a ciência e a religião é que nenhuma delas sabe quem é JESUS CRISTO." (Jorge Lopes Chinalia)


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O Funcionamento da Vitamina B-17, Amigdalina ou Laetrile

Conhecida também como Laetrile ou Amigdalina. Depois de muitos anos de pesquisa, o bioquímico Dr. Ernst T. Krebs, Jr (curiosidade: Krebs em alemão significa câncer) isolou em 1950 uma nova vitamina a que numerou como B17, ficou famosa por ter sido apontada como a cura do câncer. Na ocasião, as multinacionais farmacêuticas, incapazes de patentear a descoberta, lançaram uma forte campanha contra a B17. Em 1974, o autor G. Edward Griffin lançou o livro "World Without Cancer" (O Mundo Sem Câncer), divulgando novas teorias sobre a doença. No fim das contas, o que se diz é que as chamadas substâncias e hábitos cancerígenos simplesmente expõem deficiências de vitamina B17, fazendo aparecer o câncer.

 

Essa substância altamente concentrada nas sementes de damascos e de outras frutas, supostamente era usada cerca de 3.500 anos atrás pelos médicos chineses no tratamento de tumores. Foi o renomado bioquímico Ernest Krebs Jr., Phd, quem identificou especificamente a amigdalina como agente anti-câncer. Sua descoberta se baseou numa teoria de que o câncer se desenvolve a partir de células trofoblásticas desordenadas; essas são células encontradas no útero humano prenhe e que se multiplicam rapidamente durante as primeiras semanas após a concepção. Em condições normais e saudáveis, as células trofoblásticas são destruídas pela enzima pancreática, a quimiotripsina; quando escapam dessa destruição elas conseguem se alojar no embrião e permanecer nele em estado de dormência, durante décadas, esperando para se desenvolverem num tumor quando o pâncreas perde sua função.

Ja se sabe que a amigdalina tem um potencial bastante forte para combater o câncer, especialmente com relação aos cânceres secundários. Estudos epidemiológicos, laboratoriais e clínicos todos apresentam evidências da eficácia da amigdalina. As pesquisas indicam que ela pode estender o período de vida tanto de paciente de câncer de mama quanto de ossos. Ralph Moss, PhD., foi dispensado do Hospital Memorial Sloan-Kettering quando denunciou uma aparente ocultação de informação por parte das autoridades de lá sobre descobertas positivas com relação a amigdalina.
Segundo Moss, descobertas feitas por pesquisas subseqüentes sobre a amigdalina forma consistentemente omitidas pela industria farmacêutica, provavelmente pelo fato de a substância não ser patenteável.

A amigdalina é um dos muitos nitrilósidos, que são substâncias naturais que contém cianida e que são encontradas em alimentos, inclusive em todas as sementes da família das prunasinas (damascos, maçãs, cerejas, ameixas e pêssegos), trigo sarraceno, painço e os melões caipira. A amigdalina se constitui de 2 moléculas de açúcar, um benzaldeído e um radical de cianida.
No organismo, as duas moléculas de açúcar são separadas no fígado pela enzima beta glucosidase e são substituídas pelo ácido glicurônico. O resultado disso é uma toxicidade seletiva para as células cancerígenas e uma não toxicidade relativa para as células cancerígenas e uma não toxicidade relativa para as células normais porque a enzima glicuronidase - a que separa os ácidos glicurônicos - é alta em células cancerosas e baixa em células normais. Uma vez que o ácido glicurônico é separado, o restante do benzaldeído solta espontaneamente a cianida, que é tóxica para as células cancerosas. (texto extraído da página http://www.palavrademedico.kit.net/ de responsabilidade do Médico Ortomolecular Dr. Rogério Alvarenga)

Resumindo: Apesar de conter o venenoso cianeto e o também tóxico benzaldeído, a Vitamina B17 entra no organismo sem causar qualquer lesão, pois está como que "encapsulada" por uma glicose denominada beta glucosidase. Este composto, quanto de encontro com com uma célula cancerigena (ele a identifica pelo alto conteúdo de beta glucosidase contido nestas células, cerca de 3 mil vezes mais que numa célula comum) é quebrado, liberando os elementos cianeto e benzaldeído sobre ela, agindo como uma quimioterapia dirigida. HOJE SE SABE QUE DE LONGE NÃO É SOMENTE O CIANETO, MAS TAMBÉM O BENZALDEÍDO QUE PROMOVE A CURA, AGINDO COMO ACEPTOR DE ELÉTRONS. Aceptores de elétrons ou de íons hidrogênio são agentes oxidantes que aumentam a desaturação eletrônica. De acordo com esta teoria, que já foi comprovada em experimentos in vitro e in vivo, os agentes que favorecem a desaturação eletrônica (aceptores de elétrons) são substâncias altamente eficazes no tratamento do câncer e o benzaldeído é justamente uma destas substancias. Sabe-se que os aceptores de elétrons impedindo a glicólise anaeróbia facilitam a estruturação citoplasmática.

O benzaldeído abstrai elétrons de várias substancias do meio intracelular incluindo o GSH (glutationa reduzida) transformando-o em GSSG (glutationa oxidada) o que aumenta o potencial redox-oxidativo citoplasmático, isto é, o benzaldeído é um agente oxidante. O câncer, por sua natureza, não suporta o oxigênio.

Em resumo: A vitamina B17 quando ingerida preventivamente (cerca de 100 mg por dia), impede completamente a formação da célula cancerígena, matando-a após a involução e quando identificada como um corpo invasor, usando, neste caso, o Cianeto. Para tratamentos do câncer, é necessário procedimento hospitalar, com médicos competentes e conhecedores do assunto. O elemento que vai agir diretamente na cura é o Benzaldeído, inobstante o cianeto ter papel importante no processo. As moléculas de glicose são a isca no processo.

Falando de uma forma bem leiga, nosso metabolismo funciona assim: O coração bomba o sangue para os pulmões onde carrega os glóbulos vermelhos de oxigênio. Esse sangue é enviado de volta às células carregado de ribose (carboidratos metabolizados e prontos para nosso corpo formar energia - a qual chamamos de ATP). Promovida a ATP nas células, o sangue é novamente bombeado aos pulmões, mas com a ribose sem o oxigênio (desoxirribose, isto é, sem oxigênio - "desoxi"), que é o momento em que as células cancerígenas atacam o organismo, promovendo a morte do paciente. Bastaria um leve toque redox-oxidativo na desoxirribose para que as células cancerígenas não tivessem como se alimentar. O Benzaldeído faz isso com maestria, e é um elemento de fácil obtenção e barato.