Jorge Lopes Chinalia “Na medicina, o principal estudo é a natureza do corpo humano.” (Hipócrates)


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A Hipocrisia da Quimioterapia

O câncer faz metástase fora do corpo humano

Nosso organismo se utiliza de certos fatores que fazem com que certo tipo de células se dividam lentamente e outras rapidamente. A reprodução celular (mitose), por exemplo, utiliza fatores de crescimento lento, entretanto, outras estruturas normais que se renovam constantemente, como a medula óssea (sistema imunológico), os pêlos (cabelos, por exemplo) e a mucosa do tubo digestivo se utilizam de fatores de crescimento rápido.

Como as células cancerígenas reproduzem-se rapidamente, de forma desenfreada, a oncologia ortodoxa faz uma relação entre os fatores de crescimento rápido do corpo e estas células (como se elas estivessem se utilizando desses fatores para se reproduzirem rapidamente.

Assim, "os quimioterápicos não atuam exclusivamente sobre as células tumorais. As estruturas normais que se renovam constantemente, como a medula óssea, os pêlos e a mucosa do tubo digestivo, são também atingidas pela ação dos quimioterápicos" (site do Instituto Nacional do Câncer - http://www.inca.gov.br/conteudo_view.asp?id=101).

Entretanto, como dissemos anteriormente, a célula, ao regredir ao estado "alfa" da existência, passa a ser um corpo estranho ao organismo, não dependendo dele para mais nada, não faz mais parte do metabolismo do corpo, possuindo um mecanismo próprio de reprodução, como era no princípio da existência. É como se tivéssemos um animal vivendo dentro de nosso organismo.

Ao aplicar a quimioterapia que inibe os fatores de crescimento rápido em nosso organismo, tudo que se está fazendo é que as estruturas que se utilizam desse fator deixem de se reproduzir, entre eles os elementos que constituem o nosso sistema imunológico.

O fator de crescimento rápido do câncer é intrínseco, inerente à sua nova estrutura, que imita os primórdios da humanidade, quando este crescimento descontrolado fazia parte do processo de sobrevivência da espécie (princípio da evolução).

Uma simples experiência pode comprovar esse fato:

Basta que num ambiente com água mineral aditivada de uma glicose anaeróbica - pode ser, por exemplo maltodextrina  (não aditivada de cloro, fluor ou qualquer outro elemento), colocada num recepiente lacrado, com uma atmosfera de hidrogênio, se coloque células cancerígenas vivas, E ELA VAI FAZER METÁSTASE NORMALMENTE.

Isso provará que a quimioterapia, com esta finalidade, não só não paralisará a metástase, como ira tornar no corpo do paciente uma deficiência imunológica drástica, que pode até matá-lo (e geralmente é o que mata o paciente).

EIS UM DESAFIO SIMPLES (MOSTRAREMOS OUTROS) AOS PESQUISADORES SÉRIOS. NÓS FIZEMOS!!!

Quanto às demais formas de quimioterapias, são piores ainda, quando tentam matar o câncer, atingindo, indiscriminadamente células cancerígenas e sadias.

No tocante à quimioterapia paliativa é uma declaração formal da incompetência da oncologia ortodoxa, já que visa tão somente dar sobrevida ao paciente, o que não atinge, no mais das vezes, 1 ano, e tem apenas a função de "diminuir o sofrimento antes da morte do paciente.

A GRANDE VERDADE É QUE TODAS AS PESQUISAS QUE DEMONSTRAM EFICÁCIA DA QUIMIOTERAPIA FORAM COMPROVADAS EM LABORATÓRIOS PATROCINADOS POR INDÚSTRIAS FARMACÊUTICAS, OU DELAS PRÓPRIAS, COM INESCRUPULOSOS PROPÓSITOS FINANCEIROS E PAGAMENTOS DE PROPINA ÀS ENTIDADES QUE CONTROLAM A SAÚDE.

PARA ELES O CÂNCER TEM QUE CONTINUAR A PROVOCAR MEDO, MAS BASTA VOCÊ OBSERVAR O ÍNDICE DE CÂNCER NOS PAÍSES ONDE A VITAMINA B17 É CONSUMIDA ATRAVÉS DE ALIMENTOS TÍPICOS PARA VERIFICAR A MENTIRA, A COVARDIA E OS SEUS VERDADEIROS PROPÓSITOS.

A quimioterapia não funciona. Um das maiores tragédias da história da história da América esta ocorrendo por causa de uma nova tirania – a burocracia científica – apareceu na cena e poucos reconhecem a ameaça mortal que os novos tiranos representam.

Nos anos da década de 1960, o Instituto Nacional do Câncer sabia que as altas doses de quimioterapia estavam destruindo os sistemas imunológicos dos pacientes de câncer. As verbas para os estudos de acompanhamentos foram canceladas e os relatórios foram ignorados.

As altas doses de quimioterapia permaneceram um dogma não comprovado e aceito dos experts do câncer até que a irrefutável evidência foi impressa em 1999 e 2000.

Então, por mais de 20 anos, as evidências tinham mostrado que os procedimentos oficialmente sancionados estavam matando pessoas. Os cientistas e médicos de renome cooperaram para proteger seus interesses pessoas de carreira. Uma forma da insanidade institucionalizada tinha estado no centro da oposição destes experts às terapias alternativas para o câncer, que tinham sido mantidas ilegais e suprimidas sem compaixão pelo sofrimento alheio.

Irwin D. Bross, ph.D., um ex-pesquisador de renome de Buffalo, New York, deixou isto claro: “Havia pouco ou nenhum dado clínico para dar suporte aos dogmas que o Instituto Nacional do Câncer e a Sociedade Americana do Câncer promulgavam na grande mídia. Em resumo, os estudos em animais deram falsas conclusões que causaram sofrimento desnecessário a milhares de pacientes humanos de câncer. Não somente os resultados com os animais estavam errados, mas foram usados para propósitos de fraude científica e manobra. Além disto, esta fraude tem resultado em sofrimento e morte para muitos milhares de pessoas.”

O respeitado acadêmico Harold S. Ladas, ph.D. acrescentou esta desconcertante conclusão de como os experts da quimioterapia escaparam da punição por terem causado tanta carnificina humana ao enganar a si mesmos com a mentira de que a quimioterapia produziria eventualmente resultados. O Dr. Ladas escreveu: “Na revisão de Oye e Shapiro de oito estudos sobre a quimioterapia, é difícil fugir da conclusão de que um tal tratamento meramente pareceu ser eficaz, porque a maioria dos estudos (todos, exceto alguns poucos) não empregaram um grupo de controle dos não-tratados. Um estudo de 5 anos feito pelo Grupo de Estudos Gastro-Intestinais (GISG – Gastro- Intestinal Study Group) é um caso em questão. Se nenhum grupo de controle dos não-tratados tivesse sido usado, a conclusão teria sido que a quimioterapia funcionara.. Entretanto, o GISG não usou um grupo não-tratado. A conclusão deles foi que nenhum dos tratamentos funcionou e os dados mostraram que a quimioterapia também causou uma taxa de 5% de casos de leucemia.”

Começando no final da década de 80, as altas doses de quimioterapia (HDC – High Dose Chemotherapy) mascarada sob o termo empregado pelos relações públicas o “transplante de medula óssea” se tornou uma grande fraude dirigida contra as mulheres com câncer de mama. Dez anos desta crueldade continuaram enquanto milhares de mulheres americanas sofreram lavagem cerebral para acreditarem e arriscarem suas vidas em quimioterapias horrendas, inúteis e caríssimas ($50.000 a $150.000 dólares por cada mulher) e outras terapias.

Finalmente, entre abril e maio de 1999, esta maldade foi reportada como insensata. Os jornais de toda a América do Norte finalmente disseram ao público que as altas doses de quimioterapia ou transplante de medula óssea foi inútil.

“Um regime brutal que leva um paciente ao limite máximo de risco de morte.” The Plain Dealer, Cleveland, Ohio, (16 de Abril de 1999)

“Não há provas de que as mulheres que se submetem a este procedimento arriscado e doloroso melhoraram.” The Detroit Mews, Michigan, (15 de abril de 1999).

Este foi um impedimento para os tiranos do dogma das altas doses de quimioterapia que chefiavam o Instituto Nacional do Câncer, mas logo um pesquisador estrangeiro deu esperança a eles. Em maio de 1999, seu relatório sugeriu que as altas doses de quimioterapia poderia funcionar finalmente! Um alívio foi oferecido. O tratamento das mulheres com câncer de mama por HDC recomeçou.

Foram necessários 6 ou 7 meses para que os pesquisadores e oficiais do Instituto Nacional do Câncer investigassem a validade deste novo relatório.

Eles descobriram que este pesquisador era uma fraude. Ele era um cientista sem credibilidade. Em dezembro de 1999, aquela pequena verdade apareceu nas páginas secundárias dos jornais enquanto o pesquisador estrangeiro admitia a sua fraude de renunciava à sua posição acadêmica.

Então, em março de 2000, o prestigioso New England Journal of Medicine publicou no seu website a verdade crua de que as HDC era um lixo de acordo com um novo estudo de qualidade que atendia aos padrões daquele jornal médico impecável. E, tomara, aquele tenha sido o último prego no caixão da HDC.

O jornal “The Boston Globe de 4 de março de 2000, exibiu solenemente a manchete “A última esperança para o tratamento do câncer é ‘ineficaz’.” O artigo reportou: “Uma forma de tratamento agressiva e controversa para os cânceres de mama avançados tem se mostrado ineficaz, disseram ontem os pesquisadores em um relatório que provavelmente porá um fim na prática de combinar altas doses de quimioterapia com o transplante de medula óssea.

“Os estudos revelados no ano passado chegaram a uma conclusão semelhante, mas o veredicto foi embaçado por incertezas porque um dos estudos mostrou um benefício. Foi descoberto recentemente que esse estudo continha dados fraudulentos.”

O New England Journal of Medicine, com pessoal da Universidade de Harvard do outro lado do rio, em Boston, Massachusetts, recebia $19 milhões de dólares ou mais por ano em anúncios das empresas de drogas (quimioterapia) e tinham sido oponentes veementes de todas as terapias alternativas de cura. Mas eles foram forçados a encarar a verdade sobre as HDC.

“Porque tanto uso de quimioterapia se ela tão pouco bem? Bem, por uma razão, as empresas farmacêuticas que a oferecem imensos incentivos econômicos. Em 1990, $3.53 bilhões de dólares foram gastos em quimioterapia. Em 1994, esse valor tinha mais do que dobrado para $7.51 bilhões de dólares. Este incessante crescimento no uso da quimioterapia foi acompanhado por um incessante crescimento nas mortes por câncer.”

O Boston, um dos maiores (e pateticamente ortodoxo) centros médicos da América, era um grande promotor da quimioterapia. Ele foi um grande escândalo em dezembro de 1994, quando uma repórter de saúde do jornal Boston Globe morreu no Dana-Farber  Cancer Center por causa de uma fatal overdose de drogas, supostamente por um erro. As investigações começaram. Experts externos foram chamados. Uma rede de prestigiosos centros de câncer de todo país pediram o exame de seus próprios procedimentos. Uma reação em cadeia foi deflagrada por todo o mundo da quimioterapia do câncer e se espalhou por toda a América.

Esta resposta imediata foi, em parte, porque a mídia colocou um foco de luz sobre o mundo corrupto dos experts do câncer. A exposição tinha forçado os centros de câncer a agir.

Os experts do câncer se mexeram um pouco mais quando o Boston Globe relatou que trezentos doutores e mais de trezentos e cinqüenta Ph.Ds. ligados oo Dana-Farber Cancer Center, e o orçamento de $167 milhões de dólares anuais. Todos aqueles supostos cérebros poderosos, especialistas da ética, autoridades médicas e o todo o dinheiro, ano após ano, e ainda nenhuma descoberta para a cura do câncer.

O Boston Globe relatou que o Dr. Vincent T. DeVita foi trazido para encabeçar um quadro externo para investigar o acidente.

Mas o Boston Globe não noticiou – porque ele não sabia e talvez não quisesse descobrir – que o Dr. Vincent T. DeVita não era somente o ex-diretor do Instituto Nacional do Câncer, localizado nas redondezas de Washington, D.C., mas também era a pessoa que defendia e incentivava as HDC como uma política nacional, ano após ano. Nem o Boston Globe estava para publicar que a alta dose de quimioterapia – a especialidade do Dr. DeVita – tinha sido, nos anos de 1960, comprovada como destruidora do sistema imunológico humano e ser especialmente sem valia como cura para o câncer, especialmente o câncer de mama, que a própria repórter do Boston Globe tinha sofrido.

Mesmo assim, DeVita foi trazido para avaliar os danos. Foi uma camuflagem feita pelo chefe interno do mundo da quimioterapia do câncer. O Boston Globe, chorando a morte de um dos seus, não podia nem mesmo ver a fumaça e os espelhos, a farsa – ou não queria ver.

O chefe executivo do Dana-Farber Cancer Center lamentou, mas recusou-se a dar nota sobre as altas doses de quimioterapia para o câncer: “É simplesmente tão desencorajador. Não há nada que nos queiramos ocultar. Nós e outras entidades continuam a fazer testes com altas doses de quimioterapia para o câncer de mama? Nós achamos que estes testes devem continuar.” Boston Globe, (23 de março de 1995).

Ele sabia (ou ousava admitir) a história sórdida das altas dosagens de quimioterapia: Era certamente óbvio após cinco anos de fracassos, mesmo que isto tenha trazido para o Dana-Farber de $50.000 a $150.000 dólares por paciente. Ele não a par dos estudos feitos dos anos de 1960, que mostraram que mostraram que o Instituto Nacional do Câncer mantinha as altas doses de quimioterapia com propósitos políticos, mesmo quando a evidência científica clamou que ela deveria cessar? Além disto, uma pessoa como DeVita não poderia conduzir uma investigação objetiva.

Boston, afinal, era sede da Festa do Chá de Boston, o passeio de Paul Revere, “o tiro ouvido em todo o mundo” em Lexington e Concord, e Blunker Hill – o início da Revolução Americana. Foi onde os americanos proclamaram a liberdade sobre a tirania pela primeira vez.

Demorou até 1999 – quatro anos mais tarde – antes que as altas doses de quimioterapia como um terapia para o câncer fosse oficialmente declarada um fracasso. Em março de 2000, o prestigioso New England Journal Of Medicine, com seus padrões impecáveis, finalmente tinha pregado o último prego no caixão da HDC. Por uma coincidência das coincidências, em março de 2000, os jornais de todo o país traziam a estória de que o escândalo de 1995 no Dana-Farber Cancer Center foi finalmente “toda esclarecida”. As enfermeiras que foram acusadas de serem culpadas todas renunciaram aos seus empregos e as processos judiciais foram todos resolvidos no tribunal como se as enfermeiras fossem as responsáveis.

Entretanto, uma nova estória potencialmente perigosa estava sendo arquitetada. Foi dada uma previsão de sobrevida a um amado ex-jogador de futebol americano com profundos laços e envolvimento com a comunidade de um a três anos, por causa de um câncer que estava devastando o seu corpo.

Milhares de amigos e torcedores tinha se unido para encorajá-lo e ajudá-lo.

Esta equipe incluía o proprietário do New England Patriots e o Presidente da empresa de seguros de vida John Hancock. John Hancock – o original John Hancock – foi o rebelde de Boston primeiro a assinar, em letras grandes, o seu nome para a Declaração da Independência em 1776.

Então, onde e como esta pessoa muito especial, amada e admirada estava sendo tratada? No Dana-Farber Cancer Center e com mais quimioterapia. Já dado o diagnóstico de câncer terminal, ele foi posto nas mãos dos experts da quimioterapia.

“Ele foi uma estrela do futebol do Noroeste (fora de Chicago, Illinois) no final da década de 50, e o primeiro jogador de frente do Boston Patriots. Sabe qual é a mensagem, a pessoa de quem Ron Burton tem falado por quase 40 anos? Maravilha. Beleza essencial. Consideração. Bondade.” Metro West Town Online, (2 de fevereiro de 2000).

“Burton jogou seis temporadas com o Boston Patriots. Ele inspirou uma rede de doutores, líder do mundo dos negócios, membros da família, vizinhos, jovens das cidades do interior que achavam que era cedo demais para Ron Burton dizer adeus. Eles estão dando os medicamentos e as orações que ele precisa para vencer o câncer. Burton é um dos bons camaradas. Quase bom demais para ser verdade. Esta é a razão porque centenas de pessoas estão rezando pela sua recuperação.” Boston Globe, 4 de fevereiro de 2000).

Algum dia, talvez, o povo de Boston, onde uma das maiores revoluções da história do mundo começou, reconhecerá que uma outra revolução contra uma forma diferente de tirania já deveria ter acontecido há muito tempo. Tomara algum dia a centelha possa ser inflamar os ânimos de Boston outra vez

 

A VERDADE É QUE

O CÂNCER NÃO PASSA DE UMA SIMPLES HIPOVITAMINOSE